Stephanie Moore acordou com estrondo a 4,5 metros de onde dormia. Técnico aponta “gelo azul” como causa do buraco de um metro
Uma canadense afirma que cocô congelado de avião atravessou o teto da casa de sua mãe. Stephanie Moore acordou com um estrondo e encontrou buraco no corredor a menos de 4,5 metros de onde dormia.
A professora de 36 anos estava hospedada na casa da mãe após retornar de viagem a Cuba. Ela encontrou isolamento rosa, drywall, material do teto e pedaços de madeira espalhados no chão em poça d’água. Na manhã seguinte, a luz do dia atravessava o buraco de aproximadamente um metro de diâmetro.
O técnico que inspecionou os danos disse ser provavelmente “gelo azul” – termo para excremento congelado que pode vazar acidentalmente de aviões em voo, nomeado pela cor do desinfetante usado em sistemas de esgoto de aeronaves comerciais. O gelo azul é conhecido por atingir casas e derreter no impacto, deixando pouca evidência.
A única alternativa seria queda de meteorito, mas isso deixaria rochas ou minerais nos destroços. O Transport Canada informou que investiga todos os relatos de possíveis detritos de aeronaves, já que regulamentos proíbem descartar resíduos durante voo.



