Mulher leva bebê reborn com gripe para UPA que nega atendimento

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Mãe do bebê reborn relatou que boneco estava com sintomas gripais. Após atendimento ser negado em Várzea Grande jovem deixou hospital contrariada sem registro civil.

A Unidade de Pronto Atendimento do Ipase em Várzea Grande divulgou nota informando que durante atendimento médico de paciente sua acompanhante filha portava bebê reborn solicitando à equipe de enfermagem que médica pediatra avaliasse criança supostamente estando com sintomas gripais. Ao ser informada sobre pedido médica dirigiu-se até pessoa constatando tratar-se de bebê reborn explicando não ser possível realizar atendimento porque não havia registro civil nem cartão do Sistema Único de Saúde. Insatisfeita com resposta jovem deixou unidade de saúde visivelmente contrariada.

O caso chamou atenção por demonstrar comportamento inusitado de pessoa buscando atendimento médico para boneco hiper-realista como se fosse criança real gerando constrangimento para equipe médica e demais pacientes aguardando atendimento na UPA. Bebês reborn são bonecas artesanais criadas para parecerem extremamente realistas sendo utilizadas por colecionadores terapias e até mesmo por pessoas desenvolvendo apego emocional aos bonecos tratando-os como bebês reais em situações cotidianas.

O episódio levanta questões sobre saúde mental e necessidade de acompanhamento psicológico para pessoas desenvolvendo vínculos excessivos com objetos inanimados confundindo realidade com fantasia buscando serviços públicos de saúde para bonecos sobrecarregando sistema já enfrentando dificuldades atendendo demandas reais da população. A situação gerou repercussão nas redes sociais com internautas divididos entre humor e preocupação com comportamento da jovem.

A unidade de saúde reforçou que atendimentos são destinados exclusivamente a seres humanos com documentação civil regular não sendo possível realizar procedimentos médicos em objetos mesmo sendo hiper-realistas. O caso evidencia necessidade de conscientização sobre uso adequado dos serviços públicos de saúde evitando sobrecarga desnecessária em unidades já operando com recursos limitados para atender população real necessitando cuidados médicos urgentes.

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