Guarujá sobe ao pódio na Costa Rica e volta com 10 medalhas na ginástica rítmica

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Isabeli Almeida e Lorena Chaves brilharam no Torneio Las Flores, uma das competições internacionais da modalidade na América Central, e reforçaram o nome da cidade no cenário esportivo.

Guarujá teve motivo de sobra para comemorar na ginástica rítmica. As atletas Isabeli Almeida e Lorena Chaves, beneficiadas pelo Promifae, conquistaram cinco medalhas cada uma no Torneio Las Flores, disputado na Costa Rica entre 13 e 17 de maio. Ao todo, foram 10 medalhas na bagagem para a Cidade.

As duas integram o Instituto Seja Forte, dentro do projeto Ginastas no Pódio, com patrocínio da Santos Brasil por meio do programa municipal de incentivo ao esporte mantido pela Prefeitura de Guarujá. Isabeli tem 26 anos e Lorena, 15, e ambas competiram no nível 8, considerado uma faixa mais avançada da modalidade e de transição para o cenário internacional.

Competição reuniu países e colocou Guarujá em evidência

O torneio celebrou a 10ª edição e reuniu cerca de 300 ginastas de 10 países e 26 clubes, além de atividades como masterclass, apresentações de gala e intercâmbio técnico entre delegações. Entre os países presentes estavam Brasil, Costa Rica, México, Chile, Venezuela, Peru, Jamaica, Nicarágua, El Salvador e Azerbaijão.

Ou seja: não foi uma viagem qualquer. Foi um evento com presença internacional e nível técnico relevante, daqueles que ajudam a medir onde a atleta está — e para onde pode ir.

Isabeli e Lorena subiram ao pódio

Na categoria sênior, Isabeli Almeida conquistou ouro na fita, ouro na bola, bronze nas maças, bronze em mãos livres e ainda ficou com o 2º lugar no individual geral. Já Lorena Chaves, na categoria júnior, garantiu prata nas maças, bronze na bola, bronze na fita, além de 4º lugar em mãos livres e 4º lugar no individual geral.

É daquelas campanhas que falam por si. Quando duas atletas voltam com dez medalhas somadas, não tem muito mistério: teve preparação, desempenho e resultado.

Técnica destaca apresentações seguras

A técnica Ana Lúcia Florence definiu a experiência como extremamente rica para a equipe e destacou que as ginastas fizeram apresentações seguras e precisas durante o torneio.

Esse ponto pesa porque competição internacional não é só medalha. Também é vivência, troca, pressão de prova e contato com outros níveis de exigência. E tudo isso costuma contar bastante no crescimento esportivo.

Incentivo que ajuda a abrir caminho

A participação das atletas também reforça o papel do Promifae no apoio ao esporte local. Segundo a Prefeitura, o programa permite a realização de projetos esportivos no município com recursos captados via incentivo fiscal de pessoas físicas e jurídicas.

No fim das contas, o resultado na Costa Rica tem cara de conquista individual, claro, mas também mostra o que acontece quando talento encontra estrutura, treino e apoio. E, para Guarujá, isso significa mais do que medalha: significa presença internacional e nome da cidade circulando onde o esporte acontece.

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