O Plano Nacional de Logística 2050 identificou 79 problemas considerados prioritários para a infraestrutura de transportes brasileira nas próximas décadas. O diagnóstico abrange cargas, passageiros e questões estruturais que afetam todo o sistema logístico.
Na área de cargas, foram mapeadas 54 questões que impactam exportações, abastecimento e circulação de mercadorias. Outras 17 envolvem problemas sistêmicos, como dependência das rodovias, baixa participação de ferrovias, hidrovias e cabotagem e gargalos nos acessos portuários.
O documento reconhece que os recursos públicos e privados não serão suficientes para executar todos os projetos identificados. Por isso, recomenda priorizar investimentos com maior retorno socioeconômico e capacidade de transformar a matriz de transportes.
O plano também aponta precariedade de estradas vicinais, escassez de mão de obra, dificuldades de licenciamento e vulnerabilidade da infraestrutura às mudanças climáticas. Os planos setoriais rodoviário, ferroviário e hidroviário devem ser concluídos até o fim de 2026.
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