Novos remédios e edição genética ampliam opções contra o colesterol alto

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Uma nova geração de tratamentos promete ampliar o controle do colesterol alto, especialmente entre pacientes que não atingem as metas apenas com estatinas. As pesquisas incluem comprimidos, injeções de longa duração e técnicas de edição genética.

Nos Estados Unidos, foi aprovado o primeiro medicamento oral capaz de inibir diretamente a proteína PCSK9. Nos estudos, o remédio reduziu em média 56% o LDL de pacientes com doença cardiovascular ou alto risco e em 59% o de pessoas com hipercolesterolemia familiar.

Outra frente busca reduzir a lipoproteína(a), partícula determinada principalmente pela genética e associada a maior risco de infarto e AVC. Medicamentos em fase avançada de testes conseguiram diminuir seus níveis em até cerca de 80%, mas ainda precisam comprovar redução efetiva de eventos cardiovasculares.

A edição genética está em estágio inicial e pretende alterar permanentemente genes ligados à produção do colesterol. Especialistas afirmam que as estatinas continuarão como base do tratamento por sua eficácia, segurança acumulada e baixo custo.

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