O aumento da circulação do sarampo em São Paulo, com 23 casos confirmados em 2026, levou o Governo do Estado a reforçar a vacinação e a orientação para o reconhecimento precoce dos sintomas. A doença viral é altamente transmissível e pode se espalhar por secreções liberadas ao respirar, falar, tossir ou espirrar.
A campanha foi intensificada na Capital, em Guarulhos e em São Bernardo do Campo. Nessas cidades, pessoas de 6 meses a 59 anos devem procurar a imunização conforme a orientação das equipes de saúde. Na Baixada Santista, onde não havia casos registrados no ano, a recomendação é verificar a carteira e atualizar doses atrasadas.
Febre, tosse, coriza, irritação nos olhos e manchas vermelhas que geralmente começam no rosto e atrás das orelhas estão entre os sinais de alerta. Não existe tratamento específico contra o vírus. A vacina tríplice viral, oferecida gratuitamente pelo SUS, é a principal forma de prevenção e também protege contra caxumba e rubéola.


