A Polícia Militar abriu procedimento administrativo para apurar a conduta de um cabo envolvido em uma confusão dentro de uma residência em Guarujá. O episódio ocorreu na sexta-feira (21) e terminou com as partes encaminhadas ao 2º Distrito Policial.
Uma trabalhadora sexual trans afirmou que o policial exigiu um segundo programa sem realizar novo pagamento, teria usado entorpecentes e tentado atingi-la com uma garrafa. As acusações são a versão apresentada por ela e não foram confirmadas de forma independente. A manifestação do cabo não foi divulgada.
Os policiais chamados ao imóvel relataram que encontraram o cabo agitado, agressivo e resistente à identificação. Segundo a equipe, ele precisou ser algemado com emprego de força moderada para preservar a segurança das pessoas presentes.
Ambos foram levados a um pronto-socorro, onde não foram constatadas lesões. Depois de ouvir os envolvidos, o delegado de plantão não identificou crime ou contravenção penal e determinou a liberação das partes.
A ocorrência também gerou um boletim da Polícia Militar classificado como “desinteligência”. O documento dará origem à apuração disciplinar e poderá verificar eventual crime militar. A abertura do procedimento não comprova as acusações relatadas.
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