O Ministério da Educação trabalha em uma proposta para retomar o Ciência sem Fronteiras, programa de bolsas de estudo no exterior que funcionou de 2011 a 2017. A nova versão ainda está em elaboração e não tem número de vagas nem orçamento definidos.
Entre as áreas cogitadas estão inteligência artificial, engenharia, matemática aplicada, eficiência energética e pesquisas ligadas à defesa e à soberania nacional. O plano também prevê apoio a estudantes premiados em olimpíadas científicas e modalidades de intercâmbio para pesquisadores de pós-graduação.
O programa original levou cerca de 100 mil estudantes ao exterior, mas recebeu críticas pelo custo e pela falta de objetivos acadêmicos claros. Especialistas defendem que a retomada inclua critérios de desempenho e acordos que permitam aproveitar no Brasil os estudos feitos fora do país.


