A facção criminosa Primeiro Comando da Capital passou a estruturar um núcleo interno voltado exclusivamente para monitorar a atuação de seus integrantes na internet, com o objetivo de controlar exposições, identificar falhas de segurança digital e coibir comportamentos que possam atrair investigações policiais. O grupo também instituiu uma espécie de “corregedoria” interna, responsável por fiscalizar condutas e aplicar punições dentro da organização.
A movimentação mostra como o crime organizado vem se profissionalizando no ambiente digital, utilizando redes sociais e aplicativos não apenas para comunicação, mas também como ferramenta de poder, intimidação e recrutamento, ampliando os desafios para as forças de segurança no combate às facções.


