Apoiadores de Lula celebram prisão de Bolsonaro com fogos e champanhe

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Militantes fazem manifestação em frente à PF em Brasília. Trompetista toca marcha fúnebre. Apoiadores de Bolsonaro também estão no local

Apoiadores do presidente Lula (PT) se reuniram na manhã deste sábado (22) em frente à Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece preso. A manifestação incluiu celebrações festivas, músicas e palavras de ordem contra o ex-presidente.

Celebrações Na Frente Da PF

O militante conhecido como Fabiano Trompetista tocou seu instrumento durante a concentração, interpretando marcha fúnebre e a música “Tá na hora do Jair”, sendo aplaudido pelos presentes. A performance musical marcou tom emotivo da manifestação.

Três mulheres, uma delas usando camiseta estampada com a frase “lava tua alma Brasil”, abriram garrafa de champanhe em frente à entrada da superintendência. Os presentes gritavam palavras de ordem como “vai para Papuda”, “Bolsonaro na cadeia” e “grande dia”.

Carros que passavam na rua também buzinavam e seus ocupantes gritavam palavras de ordem em apoio à manifestação.

Fogos De Artifício E Repercussão

Enquanto a deputada Bia Kicis (PL-DF), aliada próxima de Bolsonaro, falava à imprensa, foram soltados fogos de artifício na região. A parlamentar se queixou: “Esse é o tipo da coisa, você vê pessoas comemorando tanta injustiça”.

Os fogos marcaram momento de maior intensidade nas celebrações, evidenciando divisão política profunda entre apoiadores dos dois lados.

Presença De Apoiadores De Bolsonaro

Também havia apoiadores do ex-presidente no local. Uma mulher usava a bandeira do Brasil amarrada nas costas, outra tinha adesivos na boca com símbolos bolsonaristas. Os dois grupos mantiveram distância durante a maior parte da manifestação.

Em determinado momento houve princípio de bate-boca entre manifestantes dos dois lados, mas o confronto dispersou rapidamente sem maiores incidentes.

Contexto Da Prisão

Bolsonaro foi preso preventivamente nesta madrugada por determinação do ministro Alexandre de Moraes do STF. A prisão ocorreu após tentativa do ex-presidente de romper tornozeleira eletrônica, conforme informou Moraes. A PF alegou risco de fuga baseado em convocação de vigílias feita pelo senador Flávio Bolsonaro.

A manifestação reflete polarização política que marca contexto atual de condenação do ex-presidente por tentativa de golpe de Estado e participação em organização criminosa armada.

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