A Justiça do Rio de Janeiro determinou a prisão preventiva do rapper Oruam, que agora enfrentará acusações por sete crimes, entre eles organização criminosa, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. A decisão judicial veio após investigações apontarem o envolvimento do artista com uma facção criminosa que atua na capital fluminense.
O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara Criminal Especializada do Rio, e os investigadores afirmam que o cantor utilizava sua influência para promover a facção por meio das redes sociais e eventos. A Polícia Civil também apura se o artista teria facilitado transações de armas e drogas.
Oruam não foi localizado no endereço registrado e é considerado foragido. A defesa do rapper ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
O inquérito que levou à ordem de prisão faz parte de uma operação maior que mira o uso de influenciadores e artistas para fortalecer financeiramente e simbolicamente o crime organizado no estado. Segundo os investigadores, a imagem pública de Oruam estaria sendo instrumentalizada para mascarar atividades ilícitas.
A repercussão do caso provocou reações divididas entre fãs e figuras públicas do meio artístico. Enquanto alguns expressaram surpresa, outros reforçaram a importância da apuração rigorosa dos fatos.
A investigação segue em sigilo e novas diligências estão sendo realizadas para localizar o cantor.


