Banco busca pagamento de financiamento de Guilherme Zampieri, que faleceu em acidente com Porsche. Especialistas criticam direcionamento aos herdeiros.
O Banco Santander protocolou ação judicial para cobrar aproximadamente R$ 96 mil de Guilherme Zampieri, condutor que perdeu a vida em acidente automobilístico envolvendo um Porsche na capital paulista. O sinistro ocorreu em março de 2024, quando o veículo de luxo que ele dirigia colidiu violentamente com outro automóvel em alta velocidade.
A cobrança refere-se a contrato de financiamento veicular assinado em 2023, cujas parcelas permaneceram em aberto após o falecimento. A instituição financeira requer que os sucessores assumam responsabilidade pelo débito pendente deixado pela vítima.
O procedimento provocou controvérsia em redes sociais e discussões entre juristas especializados, considerando que cobranças de débitos de pessoas falecidas devem ser direcionadas ao espólio e não aos herdeiros diretos. Segundo a legislação civil, as dívidas do falecido são responsabilidade do patrimônio deixado, limitando-se ao valor dos bens inventariados.
O caso ilustra questões complexas sobre sucessão patrimonial e responsabilidades financeiras pós-morte, gerando debate sobre procedimentos bancários adequados nessas situações.


