Uma menina de apenas 3 anos, que nasceu com uma síndrome rara, está lutando em Santos por tratamento domiciliar. A criança, diagnosticada com a síndrome de Werdnig-Hoffmann, uma doença neuromuscular degenerativa, necessita de cuidados especiais e acompanhamento constante.
A família da menina vem batalhando para conseguir autorização das autoridades de saúde para que ela possa receber o tratamento em casa, evitando assim deslocamentos frequentes a hospitais e clínicas. Segundo a mãe da criança, Maria Silva, “É fundamental que nossa filha tenha a oportunidade de se desenvolver num ambiente familiar e seguro, longe de possíveis infecções hospitalares.”
A síndrome de Werdnig-Hoffmann é uma condição rara que afeta a capacidade motora e respiratória da criança, demandando cuidados específicos e especializados. A busca pelo tratamento domiciliar se dá não apenas pela comodidade, mas também pela qualidade de vida da menina, que poderá ter uma rotina mais estável e acolhedora em casa.
De acordo com o Dr. Luís Santos, neurologista pediátrico renomado, “O tratamento domiciliar para pacientes com condições complexas como a síndrome de Werdnig-Hoffmann é uma alternativa viável e muitas vezes mais benéfica do que a hospitalização prolongada. O ambiente familiar pode proporcionar conforto e estabilidade emocional, contribuindo para o bem-estar da criança.”
A família aguarda ansiosamente pela decisão das autoridades de saúde de Santos em relação ao tratamento domiciliar da menina. Enquanto isso, continuam sua luta diária em busca de garantir o melhor cuidado possível para a pequena paciente, que enfrenta desafios desde seu nascimento.


