Jamili Carvalho Oliveira, de 35 anos, passou por preenchimento em residência após indicação. Polícia Civil investiga caso como morte suspeita
Jamili Carvalho Oliveira, de 35 anos, que morreu após aplicação de hidrogel nos glúteos, realizou o procedimento de forma clandestina em uma residência. A investigação da Polícia Civil apurou que a aplicação ocorreu fora de qualquer clínica autorizada, após indicação de pessoa próxima.
A jovem morreu na madrugada de sábado (13) no Hospital do Vicentino, em São Vicente, após dias internada. Segundo familiares no boletim de ocorrência, ela havia feito preenchimento de glúteo em 15 de agosto. A suspeita clínica é sepse de foco cutâneo, quando infecção na pele evolui para resposta inflamatória sistêmica.
Em 26 de agosto, Jamili teve mal súbito e foi levada ao pronto-socorro, ficando internada por complicações infecciosas. A Prefeitura de São Vicente informou que ela “recebeu todos os cuidados médicos necessários” durante internação.
Um inquérito foi instaurado pelo 1º Distrito Policial de São Vicente para apurar o caso, inicialmente tratado como morte suspeita. Com avanço das investigações, pode evoluir para homicídio culposo. A Polícia Civil trabalha para identificar a suposta profissional responsável.
Familiares foram intimados a prestar depoimento. O corpo foi encaminhado ao IML para determinar causa da morte.


