O prefeito de Itanhaém, Tiago Cervantes, esteve em Brasília na última terça-feira (10) para uma agenda com técnicos do Ministério da Saúde do Brasil, onde tratou de novos investimentos voltados à atenção básica e especializada no município.
Durante o encontro, foi confirmada a permanência de mais de R$ 1 milhão nos cofres municipais, valor obtido a partir da economia gerada na licitação para a construção da nova Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Belas Artes. Segundo o prefeito, anteriormente esse recurso retornaria ao Governo Federal, mas agora poderá ser reinvestido na própria rede municipal de saúde.
Além desse valor, a administração municipal segue em busca de novos recursos para viabilizar a construção de uma nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade. Também participaram da agenda o secretário-chefe de Gabinete, Eliseu Braga Chagas, e o secretário da Fazenda, Gilberto Andriguetto.
Novas unidades de saúde
A nova USF do Belas Artes será classificada como porte IV, uma das maiores da cidade. O projeto prevê consultórios médicos e odontológicos, salas de vacinação, farmácia, espaço para medicação e ambientes voltados a práticas coletivas, com estrutura planejada para oferecer atendimento humanizado, acessível e multidisciplinar.
Além dessa unidade, também está em construção uma nova USF no bairro Oásis, de porte II, que contará com consultórios especializados, área de vacinação, atendimento de saúde bucal e espaços destinados a práticas integrativas.
Um dos diferenciais da unidade será a Sala Lilás, ambiente voltado ao acolhimento e atendimento de mulheres vítimas de violência.
Projetos de drenagem
Durante a agenda em Brasília, a comitiva de Itanhaém também tratou de investimentos em infraestrutura urbana. Entre os projetos apresentados está a construção de três canais extravasores na bacia do Rio do Poço, nas avenidas Avenida Brasil, Avenida Tamoios e Avenida Europa.
As três obras somam investimento estimado em mais de R$ 60 milhões e têm como objetivo ampliar a capacidade de drenagem da cidade e reduzir os riscos de alagamentos.
Os projetos de macrodrenagem foram protocolados na última segunda-feira (9) junto ao Ministério das Cidades do Brasil durante reunião técnica realizada na capital federal.


