Registro registra queda da mortalidade infantil entre 2013 e 2025, aponta levantamento da Saúde

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A Prefeitura de Registro divulgou um levantamento com o histórico de nascidos vivos, óbitos infantis e fetais e as respectivas taxas de mortalidade no município entre 2013 e 2025. Os dados foram apresentados pela Secretaria Municipal de Saúde e servem como base para a análise dos indicadores de saúde materno-infantil e para o planejamento das ações da rede pública.

De acordo com o estudo, o número de nascidos vivos no município passou de 901 em 2013 para 549 em 2025. O maior registro ocorreu em 2015, com 955 nascimentos. A partir de 2016, os números apresentaram oscilações, com queda mais acentuada nos anos recentes.

No mesmo período, os óbitos infantis também apresentaram redução. Em 2013 foram registrados 19 casos, enquanto em 2025 o número caiu para seis. Ao longo da série histórica houve variações anuais, mas o indicador apresenta queda expressiva quando comparado ao início do período analisado.

Já os óbitos fetais registraram sete casos em 2013 e seis em 2025, com oscilações intermediárias ao longo dos anos.

Taxas de mortalidade

A Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) passou de 21,08 em 2013 para 10,96 em 2025, indicando redução significativa ao longo da série histórica.

Por outro lado, a Taxa de Mortalidade Fetal (TMF) registrou 7,7 em 2013 e 10,084 em 2025, também com variações ao longo dos anos analisados.

Segundo a Secretaria de Saúde, a análise dos dados aponta dois movimentos principais: a redução no número de nascimentos e a queda consistente da mortalidade infantil em relação ao início do período. O levantamento reforça ainda a importância do monitoramento permanente dos indicadores, já que pequenas variações podem impactar significativamente os resultados.

Importância do pré-natal

O detalhamento dos óbitos infantis aponta predominância do componente neonatal precoce em parte da série histórica, o que evidencia a importância do acompanhamento durante a gestação e nos primeiros dias de vida do bebê.

Entre os fatores considerados essenciais estão a realização de pré-natal qualificado, a assistência adequada ao parto e o acompanhamento do recém-nascido logo após o nascimento.

De acordo com a prefeitura, os resultados refletem o trabalho desenvolvido pela Atenção Básica, responsável pelo acompanhamento das gestantes, realização de consultas de pré-natal, visitas domiciliares, vacinação e monitoramento do crescimento e desenvolvimento das crianças.

As equipes das unidades de saúde atuam de forma integrada com a rede hospitalar e os serviços especializados, com foco na prevenção, no diagnóstico precoce e na redução de riscos.

A administração municipal destaca que o acompanhamento contínuo desses indicadores permite aperfeiçoar as estratégias de atendimento e fortalecer as políticas públicas voltadas à proteção da vida e à promoção da saúde infantil no município.

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