Casa de prostituição perturba vizinhança em São Vicente

Data:

Moradores do bairro Samaritá, em São Vicente, denunciam que uma residência na Rua Jequié funciona como casa de prostituição, causando transtornos com som alto durante a madrugada e suspeitas de envolvimento com tráfico de drogas. A situação se agravou nos últimos meses, gerando desconforto na vizinhança.

Os moradores relatam que fazem chamadas diárias para a Polícia Militar e Guarda Civil Municipal, mas o problema persiste. Segundo uma moradora que preferiu o anonimato por medo de retaliações, o estabelecimento opera irregularmente, sem equipamentos de segurança obrigatórios como saídas de emergência e isolamento acústico.

A Prefeitura informou que a GCM realiza patrulhamento integrado e orienta contato pelos números 153 ou 190 para averiguações. A Secretaria de Segurança Pública destacou que combate à poluição sonora é prioridade preventiva, esclarecendo que prostituição não constitui crime, mas o foco permanece na repressão a infrações como perturbação do sossego e tráfico.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Compartilhe

Newsletter

spot_imgspot_img

Mais Lidos

Leia Mais

Santos anuncia fiscalização contra lixo colocado nas ruas fora do horário de coleta

Santos anunciou reforço da fiscalização sobre resíduos colocados fora do horário de coleta. Prefeitura relaciona a prática ao entupimento de galerias.

Justiça manda a júri fisiculturista acusado de tentar matar médica

Pedro Camilo Garcia Castro será submetido a júri por tentativa de feminicídio contra a médica Samira Mendes Khouri. Justiça manteve a prisão preventiva.

Diocese de Santos afasta padre preso sob suspeita de estupro em Praia Grande

Diocese de Santos suspendeu provisoriamente as atividades religiosas de Jucelino de Oliveira, preso em Praia Grande após denúncias de dois coroinhas.

Justiça extingue ação da Prefeitura de Santos para retomar terreno do Instituto De Rosis

Justiça extinguiu ação para retomada de terreno de 5 mil m² ocupado pelo Instituto De Rosis, na Ponta da Praia. Prefeitura pode recorrer.