STF começa a julgar mandantes do assassinato de Marielle e Anderson

Data:

O Supremo Tribunal Federal começa nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro, o julgamento dos acusados de mandar matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, crime que abalou o país em 2018. A análise ocorre na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e deve definir se os réus serão condenados ou absolvidos. Outras duas sessões foram reservadas para a continuidade da votação.

Respondem ao processo Domingos Brazão, Chiquinho Brazão, Rivaldo Barbosa, Ronald Alves de Paula e Robson Calixto, todos presos preventivamente. Segundo investigação da Polícia Federal e delação do ex-PM Ronnie Lessa — que confessou os disparos — os acusados teriam atuado como mandantes ou colaboradores no assassinato de Marielle Franco. A motivação estaria ligada a disputas fundiárias em áreas sob influência de milícias. As defesas negam envolvimento.

A sessão é presidida pelo ministro Flávio Dino, com relatoria de Alexandre de Moraes. Também votam Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. A acusação será conduzida pela Procuradoria-Geral da República. O resultado pode representar um marco no caso Marielle Franco e na responsabilização dos supostos mandantes.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Compartilhe

Newsletter

spot_imgspot_img

Mais Lidos

Leia Mais

Santos anuncia fiscalização contra lixo colocado nas ruas fora do horário de coleta

Santos anunciou reforço da fiscalização sobre resíduos colocados fora do horário de coleta. Prefeitura relaciona a prática ao entupimento de galerias.

Justiça manda a júri fisiculturista acusado de tentar matar médica

Pedro Camilo Garcia Castro será submetido a júri por tentativa de feminicídio contra a médica Samira Mendes Khouri. Justiça manteve a prisão preventiva.

Diocese de Santos afasta padre preso sob suspeita de estupro em Praia Grande

Diocese de Santos suspendeu provisoriamente as atividades religiosas de Jucelino de Oliveira, preso em Praia Grande após denúncias de dois coroinhas.

Justiça extingue ação da Prefeitura de Santos para retomar terreno do Instituto De Rosis

Justiça extinguiu ação para retomada de terreno de 5 mil m² ocupado pelo Instituto De Rosis, na Ponta da Praia. Prefeitura pode recorrer.