Eduardo Bolsonaro foi formalmente citado pela Polícia Federal em um processo administrativo que apura possível abandono do cargo de escrivão. Com a publicação no Diário Oficial da União, passa a correr o prazo de 15 dias para que ele apresente defesa. O procedimento pode terminar com a demissão do filho de Jair Bolsonaro da corporação.
Morando nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, Eduardo é investigado por supostas faltas injustificadas após o fim do mandato de deputado federal, encerrado em dezembro de 2025. A PF havia determinado seu retorno ao cargo em Angra dos Reis, o que não ocorreu. Desde fevereiro, ele também está afastado das funções e teve determinada a entrega da carteira funcional e da arma de fogo.



