A Apple aceitou um acordo de US$ 250 milhões em uma ação coletiva que questiona a publicidade de recursos de inteligência artificial em determinados modelos de iPhone. Consumidores alegaram que a campanha criou uma impressão enganosa sobre funções que ainda não estavam disponíveis na forma anunciada.
O entendimento não representa admissão de irregularidade. A empresa optou por encerrar a disputa sem julgamento, mas o fundo, as regras de participação e os honorários ainda precisam passar por análise judicial.
Os documentos finais deverão definir quais modelos, períodos de compra e regiões serão contemplados. A simples posse de um aparelho poderá não garantir pagamento, pois o processo pode exigir comprovação da aquisição ou da exposição à publicidade questionada.
Parte dos US$ 250 milhões poderá ser destinada a despesas administrativas, honorários e pagamentos aos autores da ação. O valor individual dependerá da quantidade de pedidos aceitos e da fórmula aprovada pelo tribunal.
Após uma aprovação preliminar, consumidores receberão prazos para apresentar pedidos, contestar o acordo ou solicitar exclusão da ação coletiva. Recursos judiciais poderão adiar a distribuição mesmo depois de uma decisão favorável.
Possíveis beneficiários deverão preservar recibos, contratos de financiamento, mensagens de confirmação, números de série e documentos de troca. A recomendação é evitar serviços que prometam pagamentos antecipados ou cobrem taxas para intermediar o pedido.
Imagem gerada por IA.


