A Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos descartou, por enquanto, a implantação da integração temporal no transporte coletivo municipal. O modelo permitiria utilizar dois ou mais ônibus dentro de determinado período pagando apenas uma tarifa.
A resposta foi apresentada após questionamento encaminhado à companhia. Segundo a CET, estudos sobre o tema já foram realizados, mas precisam ser atualizados por causa da implantação da segunda linha do Veículo Leve sobre Trilhos.
A revisão deverá considerar novos padrões de deslocamento, mudanças no comportamento dos passageiros e a combinação entre viagens de ônibus e VLT na cidade.
A empresa também informou que o contrato com a operadora responsável pelo serviço municipal precisaria ser alterado para permitir a integração entre linhas dentro de uma janela de tempo.
Defensores da proposta argumentam que o sistema tornaria as viagens mais baratas e flexíveis, estimularia a circulação de pessoas pelo Centro e ampliaria o acesso a serviços públicos e privados.
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