A atuação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, passou a ser alvo de críticas internas depois de uma sequência de decisões monocráticas durante a campanha. Ministros avaliam que o comportamento contraria a promessa de conduzir um tribunal “sem excessos”.
Entre os episódios que aumentaram a tensão estão decisões sobre pesquisas eleitorais, remoção de publicações, validação de candidaturas e ordens dirigidas às plataformas digitais. Integrantes da Corte falam em quebra de confiança e defendem que temas de grande impacto sejam submetidos ao plenário.
A divergência ficou evidente no caso do canal “Exército do Lula”, suspenso antes que a análise técnica encontrasse elementos suficientes para caracterizá-lo como instrumento sistemático de desinformação.
Com a proximidade da votação, cresce a cobrança por critérios uniformes, transparência e tratamento equivalente às duas candidaturas.


