A startup Warhound anunciou planos para desenvolver cães geneticamente modificados destinados a tarefas de segurança nos Estados Unidos. A empresa prevê a primeira ninhada em 2027 e pretende oferecer os animais a forças militares, policiais e equipes de resgate.
O projeto busca selecionar características ligadas à saúde e ao desempenho dos cães, como resistência a doenças e capacidade de identificar substâncias. Também prevê equipamentos de proteção e sensores para apoiar atividades em áreas perigosas.
Os animais ainda não estão em operação. O cronograma depende de reprodução, avaliação veterinária, treinamento e da comprovação de que as alterações propostas trazem resultados seguros. A empresa não divulgou o preço previsto de cada cão.
A iniciativa levanta perguntas sobre bem-estar animal e os limites da edição genética para uso militar. A utilidade anunciada pela startup ainda precisará ser demonstrada fora do laboratório e submetida às regras aplicáveis.


