O presidente do Banco Central do Paraguai, Carlos Carvallo, apresentou renúncia nesta terça-feira (3) em meio à crise do banco digital Ueno. A autoridade monetária iniciou um processo de resolução da instituição após identificar que seu índice de solvência havia caído abaixo do mínimo legal.
O processo permite transferir depósitos e ativos para proteger clientes antes de uma eventual liquidação. O anúncio provocou preocupação entre correntistas, enquanto o governo prometeu medidas para acelerar os pagamentos e preservar recursos públicos aplicados no banco.
Carvallo havia presidido a antecessora do Ueno antes de comandar o Banco Central. Depois de sua saída, Liana Caballero foi indicada para assumir interinamente a autoridade monetária. A crise também é investigada pelas autoridades paraguaias; a renúncia, por si, não estabelece responsabilidade criminal do ex-presidente do banco central.


