A presidência brasileira da COP30 apresentou um relatório que considera urgente e possível acelerar a transição para longe dos combustíveis fósseis. O documento reúne caminhos para reduzir emissões e foi divulgado antes da transferência da condução da conferência climática das Nações Unidas para a Turquia.
Os chamados mapas do caminho tratam tanto da redução do uso de petróleo, gás e carvão quanto do combate ao desmatamento. Eles procuram adaptar as recomendações às diferenças econômicas entre países, mas não têm força obrigatória: não foram negociados nem aprovados como tratado pelos governos participantes.
No Brasil, a discussão ocorre enquanto o país ainda precisa concluir seu plano doméstico de transição energética e mantém projetos de ampliação da exploração de petróleo. O desafio é transformar diretrizes internacionais em metas, investimentos e prazos verificáveis.


