O ministro Luiz Fux defendeu a proibição das apostas online no Brasil durante audiência pública no Supremo Tribunal Federal. Ele é relator de ações que discutem a medida provisória enviada pelo governo federal para vetar a atividade.
Representantes de clubes de futebol e de entidades esportivas reconheceram os problemas de endividamento e saúde associados às apostas, mas defenderam a manutenção de um mercado regulado. Os clubes argumentaram que contratos de patrocínio representam uma parcela relevante de suas receitas e que uma proibição imediata poderia afetar empregos.
A audiência expôs dois efeitos concretos da decisão: a proteção de famílias afetadas pelo jogo e a dependência financeira que parte do esporte criou em relação às casas de apostas. A medida provisória ainda precisa ser examinada pelo Congresso, enquanto o STF avalia as ações judiciais sobre o tema.


