O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, aceitou para tramitação uma ação apresentada pelo Partido Novo contra a chapa de Lula e Geraldo Alckmin. A legenda acusa os dois de abuso de poder econômico na eleição de 2026.
O despacho concluiu que a petição atende aos requisitos formais para ser analisada e abriu prazo de cinco dias para a defesa. O Novo afirma que atos do governo federal teriam gerado benefício eleitoral para a chapa. Essas alegações ainda serão examinadas e não foram comprovadas pela decisão que recebeu o processo.
Receber uma ação é o início da apuração, não um julgamento de culpa. A Justiça Eleitoral deverá ouvir os envolvidos, analisar os documentos e decidir se houve irregularidade e, caso positivo, quais consequências seriam cabíveis.


