A Prefeitura de São Paulo exonerou a chefia do Smart Sampa após uma nova falha no sistema de vigilância da cidade. A troca ocorreu depois de relatos de vazamento de dados da plataforma, que reúne imagens e informações usadas no monitoramento urbano.
A mudança administrativa não esclarece, por si só, a dimensão do incidente nem quais dados foram expostos. É necessário identificar a origem da falha, quem teve acesso às informações e quais medidas foram adotadas para impedir nova ocorrência. A prefeitura também precisa informar se houve impacto para pessoas identificadas pelo sistema.
O caso amplia as cobranças por transparência sobre o Smart Sampa. Sistemas de vigilância pública dependem de proteção técnica e de regras claras para armazenamento, acesso e uso de dados pessoais. A investigação da falha deve permitir avaliar se os controles existentes foram suficientes.


