O suplemento de proteína mais caro nem sempre é o mais adequado. Para comparar whey, caseína e opções vegetais, vale olhar a quantidade de proteína por porção, o perfil de aminoácidos, os demais ingredientes e a necessidade real de suplementar a alimentação.
O whey é absorvido rapidamente e fornece leucina, aminoácido importante para estimular a síntese de proteína muscular após o exercício. A caseína também oferece aminoácidos essenciais, mas tem digestão mais lenta. Produtos de soja e ervilha podem atender quem evita derivados do leite, desde que a composição e a dose sejam consideradas.
Fórmulas isoladas ou hidrolisadas costumam custar mais. A versão isolada pode ser útil para quem precisa de menor teor de lactose; já o processamento adicional não significa, por si só, maior ganho de massa muscular. Também é importante conferir se a lista de ingredientes inclui açúcares, espessantes ou aminoácidos adicionados que elevam o número no rótulo sem oferecer o mesmo benefício.
O suplemento não substitui uma alimentação equilibrada nem o treinamento. Pessoas com doenças renais ou outras condições de saúde devem discutir o uso e a quantidade de proteína com um profissional de saúde.


