O Brasil deverá se tornar a oitava maior economia do mundo em 2027, segundo novas projeções do Fundo Monetário Internacional. A estimativa indica que o Produto Interno Bruto brasileiro poderá alcançar US$ 2,8 trilhões no próximo ano.
Com esse resultado, o país ultrapassaria a Itália, que teria uma economia de US$ 2,77 trilhões, e a Rússia, projetada em US$ 2,68 trilhões. Em 2026, o Brasil deve permanecer na décima posição, com PIB estimado em US$ 2,65 trilhões.
O FMI prevê que o país conservará o oitavo lugar pelo menos até 2031. As projeções indicam PIB de US$ 2,9 trilhões em 2028, US$ 3,06 trilhões em 2029, US$ 3,22 trilhões em 2030 e US$ 3,4 trilhões em 2031.
A posição no ranking mede o tamanho nominal da economia em dólares, mas não representa diretamente a qualidade de vida da população. O indicador não considera distribuição de renda, desigualdade, poder de compra ou acesso a serviços públicos.
Por esse motivo, o avanço brasileiro entre as maiores economias não significa necessariamente uma melhora proporcional nas condições de vida. O resultado também pode ser influenciado pelo câmbio, pela inflação e pelo desempenho das demais economias.
Outra mudança esperada é a ascensão da Índia ao posto de quarta maior economia mundial, à frente do Japão. O FMI elevou para 7% sua previsão de crescimento indiano em 2026.


