A farmacêutica EMS pediu à Câmara de Comércio Exterior a elevação do imposto de importação incidente sobre canetas emagrecedoras. A proposta aumenta a alíquota de 7,2% para 15%, avanço de aproximadamente 108%.
A empresa argumenta que a medida ajudaria a fortalecer a produção nacional e a equilibrar a concorrência com medicamentos fabricados no exterior. O pedido ocorre no momento em que laboratórios brasileiros lançam versões similares à base de semaglutida.
O Sindusfarma e outras entidades do setor se posicionaram contra a mudança. Para os críticos, a elevação pode encarecer os tratamentos e reduzir a concorrência antes que a indústria nacional consiga atender toda a demanda.
A decisão caberá à Camex, que ainda analisará os argumentos apresentados pelas empresas e pelo setor de saúde.
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