A operação privada das travessias aquáticas de São Paulo, inicialmente prevista para o fim de agosto, deverá começar em meados de novembro. O novo prazo foi informado pela Secretaria estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística.
O consórcio Acqua Vias SP venceu o leilão para administrar 14 linhas por 20 anos. Antes de assumir integralmente o sistema, a concessionária passará por um período de transição com operação assistida ao lado do Departamento Hidroviário.
O contrato prevê R$ 2,5 bilhões em investimentos, incluindo a substituição da frota por 41 balsas elétricas ao longo de sete anos. As primeiras unidades desse tipo são esperadas para o fim de 2029 ou o início de 2030.
Nas travessias entre Santos e Guarujá, pedestres deixarão de pagar tarifa nas balsas, como já ocorre com ciclistas. A cobrança continuará nas barcas, sem reajustes adicionais vinculados às melhorias previstas.
O plano também inclui climatização e ampliação de terminais, áreas de alimentação, cabines automáticas de cobrança e novos centros de controle e manutenção. As travessias estaduais transportam, por ano, cerca de 11 milhões de passageiros e 10 milhões de veículos.
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