A cidade de São Paulo registrou 48 mortes de motociclistas em julho, o maior número mensal desde o início da série histórica do Infosiga, em 2015. O levantamento considera pilotos e passageiros que morreram em acidentes nas vias públicas da capital.
Nos primeiros sete meses de 2026, foram contabilizados 286 óbitos envolvendo motocicletas, também um recorde para o período. O número de motos em circulação aumentou 5,7% no primeiro semestre, passando de 51.590 novos registros em 2025 para 54.529 neste ano.
A Companhia de Engenharia de Tráfego afirma manter ações permanentes de prevenção. A administração municipal cita 233,3 quilômetros de faixa azul em 46 vias, mais de mil bolsões de espera nos semáforos, campanhas educativas e cursos de segurança para motociclistas.
Apesar da alta entre motociclistas, o total de mortes no trânsito paulistano caiu 7,5% na comparação entre julho deste ano e o mesmo mês de 2025, passando de 93 para 86. De janeiro a julho, o cenário ficou praticamente estável, com 575 mortes neste ano e 576 no anterior.


