Estaleiro do Porto estuda rebocador elétrico ou movido a etanol

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O estaleiro da Wilson Sons em Guarujá estuda desenvolver um rebocador elétrico ou movido a etanol. A proposta faz parte da busca por soluções capazes de reduzir as emissões das operações marítimas e portuárias.

A empresa já utiliza biodiesel em parte das operações. No Porto do Açu, no Rio de Janeiro, três rebocadores funcionam com biodiesel e HVO, óleo vegetal hidrotratado considerado um diesel renovável de alta qualidade.

Segundo a companhia, os testes indicam desempenho equivalente ao dos combustíveis convencionais, com redução das emissões. O etanol aparece como alternativa nacional ao metanol, mais disponível em outros mercados.

O desenvolvimento ocorre em meio à expansão da frota. O estaleiro tem 14 rebocadores programados para entrega até 2029 e também realiza reparos e serviços de aumento de potência.

A adoção de sistemas elétricos e combustíveis renováveis pode ajudar o setor portuário a reduzir sua pegada de carbono sem comprometer a força e a disponibilidade exigidas das embarcações de apoio.

Da Redação

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