O programa nuclear da Marinha recebeu R$ 1,4 bilhão em 2025 e passou a liderar os investimentos militares brasileiros. O volume é aproximadamente 4,5 vezes superior aos R$ 311 milhões destinados à iniciativa no ano anterior.
Com o avanço, o programa superou o projeto de aquisição dos caças Gripen, que recebeu R$ 965 milhões. Em 2024, as aeronaves haviam concentrado R$ 1,6 bilhão em recursos.
O desenvolvimento do submarino nuclear consumiu outros R$ 649 milhões e apareceu na sétima posição entre os principais projetos. Obras no estaleiro e na base naval receberam R$ 582 milhões.
Mesmo com a expansão de iniciativas estratégicas, os investimentos representaram uma parcela pequena do orçamento militar. O país aplicou R$ 11 bilhões nessa área, equivalentes a 8,25% das despesas de Defesa.
A maior parte do orçamento foi destinada ao pagamento de pessoal, com 77,7% dos recursos. Despesas operacionais responderam por 14,05%, evidenciando a baixa margem disponível para modernização e compra de equipamentos.


