Ministério da Saúde prevê canetas emagrecedoras no SUS por R$ 1,5 bilhão ao ano

Data:

O Ministério da Saúde estuda incorporar canetas emagrecedoras ao Sistema Único de Saúde, com custo estimado de R$ 1,5 bilhão por ano. A proposta ainda não tem prazo de implantação nem definição sobre o público que poderá receber os medicamentos.

Preço e produção nacional

O ministro Alexandre Padilha afirma que a estimativa considera uma redução expressiva nos preços atualmente praticados. O governo avalia negociações com fabricantes, transferência de tecnologia e produção por laboratórios públicos.

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS rejeitou anteriormente um pedido da Novo Nordisk para inclusão da semaglutida. A nova proposta do ministério é mais ampla e poderá envolver diferentes medicamentos e estratégias de cuidado.

Tratamento integrado

A tendência é que as canetas sejam vinculadas a programas de atenção primária voltados ao tratamento da obesidade. O governo ressalta que a medicação deve ser acompanhada por orientação nutricional, atividade física e monitoramento de saúde.

Padilha também alerta que o uso isolado dos medicamentos não resolve todos os fatores ligados à obesidade e que a política pública precisa considerar acompanhamento contínuo e critérios clínicos.

Com informações da Folha de S.Paulo.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Compartilhe

Newsletter

spot_imgspot_img

Mais Lidos

Leia Mais

Governo criará calculadora de emissão de carbono para contratação de obras públicas

Nova ferramenta federal vai estimar emissões de carbono em obras e apoiar critérios ambientais na compra de aço e cimento.

Governo cobra R$ 1 bilhão de empresas de apostas e ressarcimento ao SUS

A AGU cobra de 17 empresas de apostas indenização mínima de R$ 1 bilhão e ressarcimento de gastos do SUS ligados ao vício em jogos.

Associação pede ao STF suspensão da medida provisória que proibiu as bets

Associação acionou o STF contra a medida provisória que proibiu as bets e alegou risco de migração para plataformas clandestinas.

Candidatos suspeitos de ligação com o crime organizado recebem R$ 21,6 milhões dos partidos

Nove partidos destinaram ao menos R$ 21,6 milhões a campanhas de candidatos sob suspeita de ligação com o crime organizado ou problemas com dinheiro público.