A melatonina, hormônio associado ao sono, está sendo investigada em laboratório como possível apoio ao tratamento do glioblastoma, um dos tumores cerebrais mais difíceis de combater. A hipótese é que ela possa aumentar a resposta das células tumorais à quimioterapia.
O glioblastoma infiltra o tecido cerebral e pode voltar mesmo depois de cirurgia, radioterapia e medicamentos. Por isso, pesquisadores buscam novas combinações que melhorem os resultados das terapias existentes.
Os achados experimentais sobre a melatonina ainda não demonstram benefício clínico para pacientes. Resultados em células ou animais precisam ser confirmados por estudos controlados em pessoas, com avaliação de dose, segurança e efeitos reais sobre a doença.
Quem recebe tratamento para câncer não deve substituir a orientação médica por suplementos. A pesquisa oferece uma linha promissora de investigação, mas ainda não estabelece a melatonina como tratamento para o glioblastoma.


