Os advogados de Daniel Vorcaro acionaram a Comissão Interamericana de Direitos Humanos para questionar a prisão preventiva do ex-controlador do Banco Master. Eles sustentam que ele permanece detido sem denúncia formal nos inquéritos em que é investigado e afirmam haver problemas de acesso aos autos e de preservação das provas digitais.
Vorcaro está preso preventivamente desde março e foi indiciado pela Polícia Federal na investigação sobre a negociação de venda do Banco Master ao BRB. A defesa também pede acesso aos dados originais extraídos de seu celular e questiona supostos vazamentos de conversas privadas. São alegações dos advogados, ainda sujeitas à análise das autoridades competentes. O recurso à comissão internacional não equivale a uma decisão favorável ao banqueiro nem encerra as investigações brasileiras.


