O Brasil chegou a 1.510 pesquisadores em um levantamento internacional dos cientistas mais influentes do mundo, número 3,4% superior ao registrado em 2025. A lista foi elaborada por pesquisador da Universidade Stanford com dados da editora científica Elsevier.
A Universidade de São Paulo reúne o maior contingente brasileiro no levantamento, seguida por Unicamp, Unesp e Universidade Federal de Minas Gerais. A presença de instituições de diferentes estados mostra a amplitude da produção científica nacional.
O ranking combina indicadores de impacto acadêmico, como citações de trabalhos científicos. Ele ajuda a identificar pesquisas com grande circulação internacional, mas não resume, sozinho, a qualidade de toda a ciência produzida no país: áreas de conhecimento publicam e citam de maneiras diferentes.
O avanço brasileiro reforça a importância de financiamento contínuo, formação de pesquisadores e estrutura para laboratórios e universidades. A visibilidade internacional depende de trabalho acumulado por muitos anos e pode ser comprometida quando projetos perdem recursos ou equipes.


