Operação contra o PCC encerra 1,2 mil CNPJs ligados a postos de combustíveis

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A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e a Polícia Civil de São Paulo deflagraram a terceira fase da Operação Carbono Oculto, voltada a desarticular a infiltração do Primeiro Comando da Capital no setor de combustíveis.

A nova etapa, batizada de Operação Bomba Oculta, encerrou cerca de 1,2 mil CNPJs e 228 inscrições estaduais. Ao todo, seis postos clandestinos foram lacrados na capital paulista. A ofensiva dá continuidade às apurações sobre fraudes, sonegação e lavagem de dinheiro na cadeia de importação, produção, distribuição e revenda.

Desde 2019, a Agência Nacional do Petróleo revogou a autorização de funcionamento de mais de 10 mil postos. Segundo a investigação, o grupo também manteria conexões com outras organizações criminosas independentes e teria usado empresas em diferentes Estados para sustentar o esquema.

Em fase anterior, o Ministério Público de São Paulo denunciou 16 pessoas por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Os investigados ainda não foram condenados, e a defesa de um empresário citado informou que não teve acesso aos autos.

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