A campanha presidencial de 2026 começa a influenciar com mais força o comportamento da Bolsa, do dólar e dos juros no Brasil.
Investidores estrangeiros retiraram aproximadamente R$ 22 bilhões da B3 em agosto. No mesmo período, o Ibovespa acumulou queda próxima de 4%, após uma sequência de onze pregões negativos.
Analistas afirmam que as propostas dos candidatos para as contas públicas passaram a pesar mais nas decisões de investimento. A trajetória da dívida e a capacidade de realizar um ajuste fiscal estão no centro das avaliações.
O dólar voltou a superar R$ 5,20 desde junho, embora ainda registre queda no acumulado do ano. Os juros de longo prazo também permanecem pressionados pelo risco fiscal e eleitoral.
A expectativa é de volatilidade elevada até outubro, com movimentos mais bruscos conforme pesquisas, debates e programas econômicos alterem as expectativas do mercado.
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