O governo Lula ampliou a pressão sobre o Congresso para votar medidas de forte impacto social e econômico. A articulação com os presidentes da Câmara e do Senado fez avançar o fim da escala 6×1, benefícios para microempreendedores individuais e a PEC da Segurança.
As pautas têm efeitos diretos sobre a vida da população. A redução da jornada busca ampliar o tempo de descanso sem cortar salários; o novo teto do MEI facilita a formalização e o crescimento de pequenos negócios; e a proposta para a segurança pretende melhorar a coordenação nacional no combate ao crime.
A oposição tentou frear parte da agenda e incluiu temas alheios, como a redução da maioridade penal, na discussão da segurança. Mesmo assim, a popularidade das medidas aumentou o custo político de bloquear votações.
No caso dos MEIs, a proposta eleva o limite anual de faturamento para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, com potencial para beneficiar milhões de trabalhadores por conta própria.
A movimentação mostra o Planalto usando sua capacidade de articulação para colocar o interesse coletivo no centro da pauta legislativa.


