Uma equipe hospitalar de São Paulo utiliza fantasias, música e brinquedos para reduzir o medo de crianças submetidas à radioterapia contra o câncer. A abordagem transforma parte da rotina clínica em uma experiência mais acolhedora.
Profissionais acompanham os pacientes até as sessões caracterizados com roupas coloridas e personagens genéricos. Brincadeiras e atividades musicais ajudam a diminuir a ansiedade antes da entrada no equipamento.
O tratamento exige que a criança permaneça imóvel, o que pode ser difícil diante do ambiente desconhecido e dos aparelhos. A construção de confiança com o paciente e a família facilita os procedimentos e pode reduzir a necessidade de contenção ou sedação.
Especialistas afirmam que o bem-estar emocional melhora a adesão ao tratamento e a qualidade de vida. O recurso lúdico não substitui a assistência médica, mas humaniza uma etapa marcada por medo, dor e incerteza.
A iniciativa mostra que eficiência hospitalar não depende somente de máquinas e protocolos. Afeto, comunicação e respeito à infância também fazem parte do cuidado e deveriam receber espaço permanente nas políticas de saúde.
Imagem gerada por IA.


