O vereador paulistano Senival Moura, afastado do PT, voltou a ser preso nesta quarta-feira (28) em investigação sobre suspeita de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital. A apuração envolve a empresa de ônibus Transunião, que atua no transporte coletivo de São Paulo.
Polícia Civil e Ministério Público investigam movimentações financeiras, uso de pessoas interpostas e possíveis ligações entre integrantes da facção e pessoas com influência na gestão da empresa. O vereador havia sido preso em junho na mesma investigação e solto em agosto por habeas corpus.
Na nova fase, foram expedidos sete mandados de prisão preventiva. A polícia informou que cinco pessoas foram presas e duas não haviam sido localizadas. A Justiça também autorizou medidas de bloqueio de bens e valores vinculados aos investigados.
A defesa de Senival contesta a prisão e afirma confiar que a investigação demonstrará a inexistência de conduta ilícita por parte dele. A suspeita ainda será examinada pela Justiça; prisão preventiva não equivale a condenação.


