Porto de Santos discute energia e combustíveis para reduzir emissões

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A expansão da infraestrutura elétrica e o uso de combustíveis de menor impacto ambiental foram apontados como desafios para a descarbonização do Porto de Santos. O tema foi debatido por representantes de terminais, empresas e da Autoridade Portuária de Santos durante o Summit Porto-Indústria.

A Santos Brasil informou que 16 dos seus 55 equipamentos de pátio já operam com energia elétrica. A empresa também utiliza caminhões movidos a gás natural e biometano de segunda geração e mantém 12 mil metros quadrados de painéis solares, responsáveis por cerca de 4% de sua demanda atual.

Representantes do setor alertaram, porém, que a eletrificação de navios exigirá maior oferta de energia para todo o complexo portuário. A APS citou o projeto de repotencialização da Usina de Itatinga, em Bertioga, que prevê elevar a capacidade instalada de 15 para 18 megawatts.

O debate também abordou o uso de etanol no transporte aquaviário, a necessidade de infraestrutura por dutos e ferrovias e a diversificação de combustíveis. A avaliação apresentada é que o processo de transição deverá combinar diferentes fontes de energia, conforme o tipo de embarcação e operação.

Imagem gerada por IA.

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