A Polícia Técnico-Científica de São Paulo desenvolveu um método de reconstrução facial em três dimensões para auxiliar a identificação de pessoas mortas. A técnica cria uma aproximação do rosto a partir da estrutura do crânio, de medições anatômicas e de referências científicas sobre os tecidos da face.
O trabalho é feito manualmente em programa de modelagem 3D e pode ajudar quando métodos tradicionais não permitem reconhecer a pessoa. O resultado é uma aproximação para orientar buscas e comparações; não substitui a confirmação da identidade por exames ou registros oficiais.


