Mulher é presa por se passar por juíza, promotora e chefe da Interpol

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Célia Soares de Brito usava documentos falsos e se dizia “guardiã da democracia”. Prisão aconteceu em Mossoró (RN)

Uma mulher foi presa em Mossoró, no Rio Grande do Norte, na quarta-feira, após se passar por diversas autoridades do sistema judiciário usando credenciais adulteradas. Célia Soares de Brito afirmava ocupar cargos que iam desde desembargadora e promotora até chefe da Interpol e “guardiã da democracia mundial”.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a suspeita viajava em um carro de aplicativo acompanhada da mãe e da filha quando foi descoberta. Ela havia informado ao motorista que assumiria um cargo na prefeitura de Mossoró, mas entrou em contradição ao apresentar versões diferentes sobre sua identidade.

Entre os cargos que a mulher alegava exercer estavam juíza militar, advogada, promotora e até mesmo uma inusitada posição como “guardiã da democracia mundial”. A variedade de identidades falsas chamou atenção das autoridades durante a abordagem.

O caso evidencia a gravidade do crime de falsidade ideológica e uso de documentos falsos para se passar por autoridade pública. A investigação deve apurar como a suspeita obteve as credenciais adulteradas e se há outras pessoas envolvidas no esquema fraudulento.

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