A Meta aceitou pagar US$ 17 bilhões, cerca de R$ 87,5 bilhões, para encerrar um processo movido por 48 estados norte-americanos sobre os efeitos das redes sociais na saúde e no comportamento de crianças e adolescentes. O acordo evita que a disputa avance para julgamento.
As autoridades acusavam a empresa de desenvolver recursos capazes de estimular o uso compulsivo das plataformas por jovens. Como parte do entendimento, deverão ser ampliadas ferramentas de proteção, incluindo limites de tempo, pausas de uso e bloqueio de notificações durante o horário escolar.
Também estão previstos controles mais rigorosos de conteúdo conforme a idade e medidas adicionais contra assédio e intimidação. Os detalhes de implementação dependem das condições finais do acordo e da supervisão das autoridades envolvidas.
A negociação ocorre em meio a uma pressão crescente sobre empresas de tecnologia para que ofereçam ambientes digitais mais seguros. Especialistas defendem transparência sobre os sistemas de recomendação e instrumentos que permitam às famílias acompanhar o tempo e o tipo de conteúdo acessado por menores.
Imagem gerada por IA.


