Uma combinação de bactéria benéfica e açúcares presentes no leite materno foi associada a menos sintomas respiratórios em um ensaio com 223 bebês alimentados exclusivamente com fórmula nas Filipinas. Até os seis meses de idade, 23% dos participantes que receberam o suplemento tiveram sintomas relatados pelos pais, contra 40% no grupo de comparação.
Os bebês tinham entre duas e cinco semanas no início do estudo. A fórmula experimental incluía a bactéria Bifidobacterium longum infantis e oligossacarídeos do leite humano. Os pesquisadores também observaram recuperação mais rápida entre os que adoeceram.
O resultado é promissor, mas limitado ao grupo acompanhado e ao período observado. A pesquisa recebeu financiamento da Nestlé, informação importante para avaliar possíveis conflitos de interesse. Também não estabelece efeitos de longo prazo nem oferece orientação para trocar a alimentação de um bebê. Qualquer decisão sobre fórmula ou suplementação deve ser discutida com profissional de saúde; o estudo não diminui os benefícios conhecidos da amamentação.


