Ferramentas de inteligência artificial já estão sendo usadas para acelerar etapas de operações cibernéticas atribuídas a países como Rússia e China, segundo uma autoridade de segurança digital do Reino Unido. A tecnologia pode ajudar a localizar sistemas vulneráveis, organizar informações e adaptar tentativas de invasão com mais rapidez.
Paul Chichester, diretor de operações do Centro Nacional de Segurança Cibernética britânico, também citou Coreia do Norte e Irã. O mesmo recurso, porém, está disponível para equipes de defesa, que podem automatizar análises e detectar sinais de ataques.
O alerta não significa que a inteligência artificial execute sozinha todas as fases de uma invasão ou que cada episódio citado tenha sido detalhado publicamente. A mudança mais imediata é de escala e velocidade: tarefas antes demoradas podem ser repetidas em grande quantidade. Para governos, empresas e usuários, isso torna ainda mais importantes a atualização de sistemas, a proteção de contas e a resposta rápida a incidentes.


